quem somos?
viagens com gente massa!
Nós, Flávio e Tiago, passamos anos viajando por diferentes partes do mundo de um jeito bem distante do turismo tradicional: escolhendo rotas improváveis, fazendo trilhas, acampando e ficando na casa de desconhecidos.
Quando nos juntamos para uma aventura pela Ásia Central, entre trilhas em montanhas nevadas, surgiu a conversa sobre levar pessoas para viver o mundo da forma como nós o conhecíamos: de perto, com troca, um pouquinho de perrengue e muita aventura.
assim nasceu a terradê!
Criamos expedições para viajantes que querem viver a estrada de verdade, assim como nós. Pessoas dispostas a voltar para casa diferentes: valorizando mais as culturas do caminho, as conexões humanas e carregando histórias inacreditáveis, algumas talvez até meio mentirosas, para contar.
Quem faz a Terradê?
Tiago Zago
@tiagozago.tz
cadastur: 25.981084.13-0Amante da natureza e de novas culturas. Já passou por mais de 50 países, com trekkings longos, comidas estranhas e encontros inesquecíveis. Veterano de perrengue, mantém a calma quando precisa. Economista por formação, aventureiro por escolha.
ranzinza de manhã, humor duvidoso, quinta série
Flávio Santos
@omundoquepertenco
cadastur: 14.303140.34-4Comunicador que acredita no poder da vulnerabilidade e no pertencimento. Já visitou 60+ países, é autor do livro “O Mundo que Pertenço”, cria conteúdo nas redes sociais, é facilitador de grupos e apaixonado pelo Norte do Brasil. Não resiste a cafés da manhã, açaí com peixe frito, comida asiática, um brega marcante e um bom forrózinho.
emocionado, rei dos jogos, piadas ruins
De onde vem o nome
Terradê?
O nome nasceu dessa mesma viagem pela Ásia Central e pelo Paquistão. Por lá, passamos por países com um sufixo curioso: “stão”. Tajiquistão, Quirguistão, Cazaquistão e tantos outros. Em persa, “stão” no final de uma palavra significa “terra de”. Terra de quirguizes, terra de tajiques…
A palavra traz pertencimento e lembra que cada lugar tem sua própria essência, sua cultura, seu jeito de acolher e algo único para ensinar.
Assim nasceu a Terradê: uma homenagem a todas as terras que recebem, transformam e abrem espaço para a troca, com um sorrisão no rosto e um prato de comida para compartilhar.
Por que a gente diz que
a Terradê é um golpe?
A primeira vez que muita gente encontra a Terradê, normalmente vem a dúvida:
“será que isso é golpe?”
Então resolvemos assumir.
Sim, a Terradê é um golpe.
Mas não do jeito que você está pensando.
Nosso golpe acontece quando você acha que vai fazer só uma viagem e percebe que nossas expedições são viciantes. A aventura, as histórias, a energia e as amizades fazem você querer ir de novo e de novo.
Também é golpe para quem acha que aqui vai ser excursão, quarto privado e fila para a foto perfeita. Nossos grupos têm no máximo 12 pessoas e são feitos para quem gosta de sair dos roteiros muvucados e entende que um pequeno perrengue ou aquele clássico “confia” quase sempre viram a melhor história da viagem.
Porque o que importa para a gente é a troca, as pessoas, a presença e aquela sensação de estar vivo de verdade.
Mas calma, não é bagunça não!
Aqui tem acompanhamento próximo, suporte do começo ao fim, responsabilidade com as comunidades locais e segurança levada a sério. Nossos líderes possuem certificação em primeiros socorros em áreas remotas (WAFA) e RCP nível A pela Outward Bound. E, no fim, você ainda entra para uma comunidade de gente massa que continua compartilhando essa vibe mesmo depois da viagem acabar.
E é isso que faz a Terradê funcionar tão bem: um pouquinho de zueira, um pouquinho de seriedade e um pouquinho de emoção. Sempre.